luz de plástico: da sua ausência

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7 de agosto de 2012

























Aqui é mais calmo quando esqueço de você, o silêncio é mais demorado, as esperas perdem o sentido e eu cavo sentimentos rasos, invento medos absurdos, busco alguma existência, talvez um eu perdido numa infância solitária mas é melhor  voltar a falar do silêncio, do que ele não diz, das pessoas esquecidas que eu lembro todos os dias de esquece-las.  






9 de julho de 2012





Esses dias todos eu queria ter algo pra dizer, mas não importa agora você está distante e repito clichês que nem sabia que existia, estou me cegando, meu corpo não tem reflexo algum contra a minha violência, fico tentando dizer e não reajo, me perco sempre no meio e volto ao inicio sem perceber.